Evangelismo em Trindade

Por Eric Kriger Figueira


A manhã estava quente. O sol brilhava forte, e não havia vento algum. E lá estávamos nós, jovens da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia, nos preparando para percorrer as ruas de Trindade, uma cidade aos arredores de Goiânia.


Sábado, dia 13 de março, por volta das nove e meia da manhã, chegamos à Congregação de Trindade. Após as recomendações sobre o trabalho que seria feito, nós, juntamente com alguns jovens da própria congregação, nos dividimos em grupos para começar o serviço de entrega de folhetos evangelísticos e convites para o culto que aconteceria às vinte horas do mesmo dia. Cada grupo se aprontava para começar a distribuição. Muitos tomavam água, iam ao banheiro e passavam protetor solar (cá entre nós, me arrependo até agora de ter me esquecido desse último item). E assim saímos, cada grupo para sua respectiva rua.

Percorremos nossas ruas, batendo de porta em porta, durante o restante da manhã. Depois de um belo almoço, alguns copos de coca-cola e muito sorvete, voltamos ao trabalho. De maneira geral, o serviço aconteceu sem contratempos e fomos bem recebidos na maioria das residências. Alguns de nós enfrentaram dificuldades em certas casas, mas nada que nos tirasse da mente a importância do trabalho, muito menos a motivação de continuar.

Após o jantar (que, só para constar, veio pouco tempo depois de um lanche), as pessoas foram chegando e o culto evangelístico começou. Falando em Lc 23.39-43, o evangelista Lázaro de Oliveira expôs o plano de salvação, explicando o estado natural de pecado e morte de todos os seres humanos, a necessidade de redenção e a graça de Deus demonstrada através de Cristo. Logo após a mensagem, algumas pessoas foram à frente quando foi feito o apelo, demonstrando que haviam compreendido o evangelho, e aceitado Jesus como seu Senhor e Salvador.

Embora cansativo, o dia foi de grande proveito. Os beneficiados, no entanto, não foram apenas os que ouviram sobre Cristo. Nós também crescemos com a experiência. Pudemos ter contato com as pessoas e vimos o quanto elas pareciam sedentas. Percebemos mais uma vez o quão simples é o evangelho e pudemos relembrar que, apesar de todo o esforço que venhamos a fazer, é somente o Espírito Santo que convence o homem de seu real estado de perdição. Por isso, temos de ter a certeza de que mesmo que não haja nenhum resultado aparente, em Cristo o nosso trabalho nunca é vão.

 

 
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