MPC na PIPG
Por Daniel Oliveira

Sempre ouvimos falar nas nossas reuniões sabatinais ou nas aulas de EBD sobre missões: de que forma elas contribuem para a propagação do evangelho; de sua imensa importância na vida cristã, e de nosso dever como tais de sermos missionários em qualquer lugar e a qualquer momento. Homens e mulheres, jovens ou não, casados ou não, mas comprometidos com a Lei de Deus, se deslocam do conforto dos seus lares a fim de levar a palavra de Deus à casa da próxima esquina ou a culturas diferentes e regiões longínquas.

No último dia 27 de fevereiro, nós jovens da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia tivemos o prazer de sermos anfitriões do lendário Clubão da MPC (Mocidade Para Cristo). Prazer este, mais completo por recebermos irmãos de outras denominações e louvarmos juntos ao nosso grandioso Deus. Louvor, ainda, que nos foi conduzido pelo som do Expresso Luz, através do qual Deus nos abençoa há mais de trinta anos.

Seguindo o roteiro, fomos apresentados à Judy (irmã inglesa), missionária, que nos mostrou como é exercer Mateus 28:19 sem precisar sair de sua própria cidade. Declarou que, por lá, não costumam bombardear as pessoas com mensagens evangelísticas, mas sim, conquistar sua confiança e fazer uso de suas próprias ações como principal expositor da ação de Deus. Nessa hora refletimos como estamos lidando com nosso “eu” missionário: as dificuldades que colocamos para nos acomodar, sendo que convivemos todo dia com nossos colegas de trabalho, faculdade, ou até mesmo nossas famílias; e nosso comportamento em nada indica que vivemos para servir a Deus e nossas ações nos equiparam a qualquer um não-crente.

Naquele mesmo dia, nos falou o Rev. Marcelo Gualberto, expondo a parábola do jovem rico. Nos abriu os olhos novamente, agora quanto às nossas prioridades, à busca em vão e sem propósito em acumular riquezas, em nosso consumismo exacerbado. A palavra fez com que tocassem os nossos corações para mais esta dificuldade que insistimos em sustentá-la, que nos atrapalha a ter a intimidade necessária com Deus.

Na parábola do jovem rico, Jesus diz que devemos abrir mão de todos os bens materiais que possuímos e segui-lo. Mas como anda os pensamentos de nós jovens quanto a isso? Teríamos essa coragem de jogar tudo pro alto e viver uma vida de missão e comunhão com Jesus? Essa é a mensagem que fica para nós refletirmos sobre nossas vidas e o que estamos fazendo com ela. Tudo depende do quebrantamento dos corações.


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